Curiosidades sobres roedores

Passando a cabeça são capazes de se locomover pelo interior de canos, conduítes e tubulações de diversos tamanhos. Os ratos podem entrar em seu ambiente por um orifício de tamanho aproximado de um quarto do seu tamanho.

Roem vários tipos de materiais considerados duros, entre eles, madeira, tijolos, chumbo, alumínio, etc.
Sustam a respiração por até 3 minutos, e nadando dentro de um cano de esgoto podem facilmente penetrar em uma residência através do vaso sanitário.
Exímios nadadores, alcançam a distância de até 800 metros.
Sobem pelo exterior de canos e calhas verticais que estejam separados de uma parede por até 7,5 cm de distância, apoiando as patas no cano e as costas na parede e vice-versa.
Sobem pelo exterior de canos e calhas verticais que tenham até 9,5 cm de diâmetro, abraçando-se neles.
Caminham e equilibram-se sobre qualquer tipo de cano ou conduíte horizontal.
Pulam verticalmente cerca de 1 metro de altura, partindo do chão.
Acessam andares superiores de edificações, através do interior de canos e calhas com diâmetro entre 4 a 10 cm, usando para isso o apoio de suas patas e costas.
Cavam tocas verticais no solo, podendo atingir até 1,25 metros de profundidade.
Não sofrem qualquer tipo de ferimento em quedas de até 15 metros de altura.
Ganham andares superiores de construções fazendo uso somente da quina de duas paredes como sustentação.
Saltam horizontalmente até 1,2 metros de distância, partindo da imobilidade.
Memorizam um caminho específico e usam a mesma rota habitualmente.
São cautelosos e se seu alimento está em área exposta, onde não podem consumí-lo rapidamente, carregam para um lugar escondido.
Dentro das áreas urbanas os ratos viviem em um sistema de gerenciamento e processamento de alimentos e áreas de armazenamento.

Comportamento Social

As ratazanas e os ratos de telhado, ou pretos, vivem em colônias localizadas em lugares bem definidos. Já os camundongos formam apenas casais que se mantém juntos até o fim da vida.
Ao formar suas colônias, seu número varia de acordo com as condições ambientais do local habitado. Tanto machos como fêmeas se dividem em dominantes e dominados. Os primeiros são mais fortes, espertos e agressivos, conquistando a preferência no acesso dos alimentos, escolha de parceiro para acasalamento, e melhores abrigos, enquanto que os demais ficam com as sobras. Estabelecida esta relação, dominados e dominantes, quando surge um novo alimento na área por eles ocupada, um sachet de raticida, por exemplo, o dominante não consome sem que antes o dominado tenha experimentado previamente. Se nada lhe acontecer, só então o dominante se aproxima e ingere a isca. Por esse motivo, os raticidas agudos, como 1080, 1081, estricnina, arsênico e outros, apresentavam resultado positivo somente nas primeiras aplicações. Os sobreviventes (dominantes) associavam a ingestão da isca preparada, quer seja liquída ou sólida, com a morte e não mais a ingeriam, atitude esta acompanhada por toda a colônia.
Os roedores exercem suas atividades predominantemente à noite. Iniciam a procura de alimentos ao anoitecer e um repasse antes do nascer do dia. Apenas quando há uma superpopulação ou falta de alimento ou de perigo são vistos durante o dia.
Como os demais grupos animais, existe um processo natural de autolimitação entre os ratos, de forma que a espécie seja preservada. Através de alguns mecanismos biológicos, os ratos conseguem conter o avanço da população, como: baixa fecundidade, baixa fertilidade das fêmeas, interrupção do cio e canibalismo dos recém nascidos. Todos estes mecanismos desaparecem caso as condições ambientas tornem-se novamente favoráveis. E assim a colônia cresce novamente até atingir o limite de saturação.